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Rússia não conseguiu quebrar intercambio comercial polonês

Wyślij Impressão Pobierz Ele adicionou: | 2015-02-12 15:25:57
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Ainda no final de 2013, várias instituições estavam prevendo a má situação macroeconômica polonesa, por causa da queda do intercambio comercial com Rússia e Ucrânia. A expectativa foi que a queda dessas exportações influenciaria no intercambio com demais países da União Europeia. A análise foi baseada no fato de que a economia da zona do euro ainda não estava boa, e não esperava-se maior crescimento econômico.

Rússia não conseguiu quebrar intercambio comercial polonês

 

Ainda no final de 2013, várias instituições estavam prevendo a má situação macroeconômica polonesa, por causa da queda do intercambio comercial com Rússia e Ucrânia. A expectativa foi que a queda dessas exportações influenciaria no intercambio com demais países da União Europeia. A análise foi baseada no fato de que a economia da zona do euro ainda não estava boa, e não esperava-se maior crescimento econômico.

 

Os mercados da Rússia, Ucrânia e Bielorrússia são nossos parceiros econômicos comercias tratando-se de cosméticos, artigos alimentícios e máquinas. Antes de Rússia se manifestar abertamente sobre o conflito na Ucrânia, a venda desses produtos para a antiga União Soviética começou a cair. Várias empresas polonesas começaram a exportar para países da UE e demais continentes, principalmente para os mercados mais exóticos. Por mais que a Rússia fosse um dos maiores compradores de artigos alimentícios, responsáveis por mais de 6,2% dos produtos, a Polônia, com o embargo imposto por este pais, não sofreu tanto.

 

O mercado apresentou os primeiros sintomas dessa queda antes de julho. O principal motivo disso foi o rublo fraco e economia cada vez mais em crise. Ainda em julho, as exportações polonesas de artigos alimentícios para a Rússia caíram 10%. Até novembro, apresentaram 26% de queda. No resto das mercadorias polonesas destinadas a este país, a queda foi de 11%.

 

Em 2014, a média de exportações polonesas para a Rússia caiu 14%, e para a Ucrânia, 27%. Isso é muito, mas não é assustador. Em 2009, durante a crise mundial, a queda das exportações para estes países atingiu 40%. Nesse mesmo tempo, o nosso intercambio com parceiros do oeste apresentou aumento, principalmente com alemães, suíços e holandeses.

 

Os exportadores poloneses são empresários bem flexíveis. Nosso mercado interno é muito competitivo. Se alguém decide por direcionar sua produção fora das fronteiras polonesas, por diversas vezes, pode sentir que é mais fácil concorrer com empresas estrangeiras no próprio território deles do que na Polônia. Cada vez mais, as empresas polonesas de pequeno e médio porte que estão exportando sua produção para o mundo. Durante os últimos 5 anos, o crescimento na participação de exportações de pequenas empresas cresceu de 7 para 12%, e das médias, de 24 para 32%. Conforme os dados coletados em 2014, podemos supor que a dinâmica de exportação em 2015 deve ter aumento na faixa dos 10%; ainda mais que o mercado da Rússia não está totalmente perdido para as empresas polonesas. Após a estabilização da situação politica nessa região, é grande a possibilidade de retorno para este promissor mercado, que já foi grande consumidor de produtos alimentícios.

 

Fonte: wyborcza.biz